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Os exus personificam o espírito da aventura. Descendentes, originariamente, dos sonhos das antigas tribos da África, da Índia e de sua terra natal na Caldéia, os exus hoje podem ser encontrados em qualquer parte do mundo. Quando deixaram sua terra natal, os exus partiram numa jornada pelo mundo e viajaram para onde seus sonhos os levaram. Consumidos pela sede de viajar, eles valorizam as características que garantem a sobrevivência na estrada, como o charme, o raciocínio rápido e a engenhosidade. Depois de milênios viajando, eles aprenderam a se adaptar às culturas que encontram e a adotá-las. Por isso, seu talento para a composição de canções e a narração é realmente incrível.

A reputação dos exus os precede. Depois de aprender a viver da esperteza, o viajante experiente sempre procura boas oportunidades. Se isso significa aplicar um belo golpe, que seja. Para os exus, é urna via de mão dupla. Se alguém consegue aplicar um golpe num exu é porque certamente merece respeito. Esses trapaceiros são relutantemente recompensados por suas façanhas; afinal, de que outro modo os exus aprenderiam novos golpes?

A curiosidade e a vaidade de um exu podem metê-lo em todo tipo de encrenca. Por essa razão, os exus demoram a confiar em outras pessoas e tendem a guardar as próprias opiniões. Suas cerimônias sagradas são realizadas longe dos outros kithain e só alguns amigos viajantes são convidados a participar. O convite para uma festa dos exus é uma honraria difícil de obter.

Contadores de histórias, bardos, negociantes e saltimbancos consumados, esse povo inquieto usa a sabedoria acumulada em milhares de viagens para orientar suas Artes. A arte da representação lhes cai muito bem, pois os exus consideram que o espírito do momento é tudo. Aquele que proporcionar a um exu uma nova história, uma boa canção ou dança, um relacionamento feliz ou urna bebida forte será tratado como um companheiro querido... até o espírito do momento passar. Inspirados por essa alegria, eles seguem em frente à procura de aventuras ainda maiores. Outros kithain podem considerá-los volúveis, mas quem se importa? É melhor deixar para trás aqueles que não conseguem seguir a mesma trilha.

Os exus seguem essa trilha com orgulho e, para eles, impressionar os outros é muito importante. A mera sobrevivência não basta: o exu precisa ter classe. A dignidade é tudo, mesmo quando isso envolve uma estranha definição de "auto-suficiência". O exu prefere ficar sem comida e abrigo a abrir mão de seu orgulho para aceitá-los.

Sempre que possível, esses kithain usam trajes e jóias esplêndidos que os demais consideram exóticos ou espalhafatosos. Para se misturarem, eles experimentam as artes e os costumes locais e rapidamente aprendem a imitá-los. Quando acham que aprenderam o suficiente, eles partem e levam o conhecimento consigo. Seja rico ou pobre, cada exu carrega consigo a sabedoria acumulada em todas as suas viagens. Não importa quem os outros chamam de duque ou rei, os exus se consideram os príncipes da estrada.

Aparência: Apesar de existirem exus de todas as raças, a maioria possui pele escura, cabelos pretos e olhos negros ou de um azul profundo. Eles tendem a ser altos e musculosos, com membros longilíneos e feições delgadas. Seja qual for a moda que seguem, os exus são sempre garbosos e encantadores, apesar de uma certa tendência a gostar de lenços e sedas com um toque do Oriente Médio ou da África. Dizem que é possível ver a aurora do próprio tempo nos olhos de um exu.

Estilo de Vida: Os exus estão sempre de passagem. Sua sede de viajar os leva a todo e qualquer lugar. Jornalistas, jogadores, diletantes: qualquer ocupação que lhes permita viajar é perfeita para eles.

• Os infantes dão melhores seguidores que líderes. Sempre atentos e educados, eles têm muitas indagações e observações a fazer. Contudo, eles são solitários por natureza e nunca seguem o mesmo adulto durante muito tempo. Muitos preferem viver como fugitivos ou passageiros clandestinos.

• Os estouvados acreditam que as maiores aventuras ainda -estão por vir. O jovem herói pode se apresentar como qualquer coisa entre urna divindade africana dos dias de hoje a um viajante engenhoso. Qualquer lenda sobre um grande herói é um desafio a ser superado.

• Os rezingões tendem a preferir alguns lugares aos quais eles voltam repetidas vezes. Eles aprendem a se estabelecer por mais tempo em cada lugar e trocam histórias sobre feitos passados. Seus círculos bárdicos são lendários.

Afinidade: Cena

Direitos Inatos

Sendas Espirituais: Os exus têm urna incrível noção de direção e um refinado senso de oportunidade: eles sempre parecem chegar a seus destinos nos momentos mais oportunos. O caminho seguido por um exu é sempre a rota mais interessante possível, cheia de perigos e desafios. Os Seelie vencem os infortúnios honradamente; os Unseelie deixam o rancor e a desventura em seu rastro. Seja corno for, as histórias sempre valem a pena! Não importa o que encontre no caminho, o exu sempre chegará a seu destino... um dia.

Historiagem: Toda vez que encontrar uma aventura de verdade, o exu ganhará sabedoria e aumentará seu repertório de histórias. Os personagens exus ganharão um ponto de experiência a mais em todas as sessões de jogo nas quais aprenderem urna nova história fantástica ou realizarem uma façanha incrível (enganar um dragão quimérico ou passar a perna num nobre arrogante são dois bons exemplos). Os exus nunca sofrem falhas críticas nos testes de Performance e Emparia.

Fraquezas

Imprudência: A confiança e a curiosidade são características inatas. Os exus não conseguem resistir a desafios, apostas ou demandas se houver urna maneira de sair com vida da empreitada. Eles não são estúpidos — não aceitam missões suicidas —, mas acreditam piamente que sua sorte pode fazê-los vencer qualquer dificuldade.

Mote: Parece ter sido uma aventura e tanto, mas tenho uma história melhor! Passe-me um pouco daquele vinho aromatizado e eu vou lhe contar...

Ouça os contos de Hazim Rashad, estafeta do Reino das Maçãs.

Sobre os Boggans: Nunca entendi os plebeus que se contentam em viver num só lugar e servir a uma única propriedade livre. Sua hospitalidade, contudo, é maravilhosa.

Sobre os Nockers: Artesãos cínicos que não têm outro remédio a não ser se deixar envolver pelo mundo de suas criações. É uma pena. O mundo real é muito mais fascinante.

Sobre os Pooka: Os pooka geralmente dão excelentes companheiros de viagem, mesmo que tenham uma maneira bem esquisita de mostrar respeito.

Sobre os Redcaps: Horríveis, impetuosos e perigosos. Não se meta com eles e tome cuidado com o mau humor dessas criaturas.

Sobre os Sátiros: Estão sempre prontos para uma história de amor picante ou uma festa desregrada. Mas cuidado com o que eles carregam naqueles odres.

Sobre os Sidhe: Seus sonhos são feitos de vidro. Se estudassem este mundo um pouco mais a fundo, talvez não vivessem com tanta dor.

Sobre os Sluagh: Segredos murmurados dão fábulas interessantes, e os sluagh dão boas platéias. Vale a pena persuadi-los a contar uma ou duas histórias.

Sobre os Trolls: Depois de ganhar o respeito de um troll, você pode confiar sua vida a ele.

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